sábado, 7 de setembro de 2013

CONHECE-TE A TI MESMO!




Um guerreiro samurai, conta uma velha história japonesa, certa vez desafiou um mestre Zen a explicar o conceito de céu e inferno. Mas o monge respondeu-lhe com desprezo:
- Não passas de um rústico... não vou desperdiçar meu tempo com gente da tua laia!
Atacado na própria honra, o samurai teve um acesso de fúria e, sacando da bainha a espada, berrou:
- Eu poderia matar-te por tua impertinência.
- Isso, respondeu calmamente o monge, é o inferno.
Espantado por ver a verdade no que o mestre dizia da cólera que o dominara, o samurai acalmou-se, embainhou a espada e fez uma mesura, agradecendo ao monge a intuição.
- E isso - disse o monge - é o céu.
O súbito despertar do samurai para seu estado de agitação ilustra a crucial diferença entre alguém se ver presa de um sentimento e tomar consciência de que está sendo arrebatado por ele. A recomendação de Sócrates - "Conhece-te a ti mesmo" - dirige-se a essa pedra de toque de inteligência emocional: a consciência de nossos sentimentos quando eles ocorrem.
Os psicólogos usam o termo um tanto pesado metacognição para referir-se à consciência do processo de pensar, e metaestado de esprito para a consciência de nossas emoções. Eu prefiro o termo autoconsciência, no sentido de permanente atenção a nossos estados interiores. Nessa consciência auto-reflexiva, a mente observa e investiga a própria experiência, incluindo as emoções.
Alguns psicanalistas a chamam de "ego observante". Essa autoconsciência pareceria exigir um neocórtex ativado, sobretudo as áreas da linguagem. A autoconsciência não é uma atenção que se deixa levar pelas emoções, reagindo com exagero e amplificando o que se percebe. Ao contrário, é um modo neutro, que mantém a auto-reflexividade mesmo em meio a emoções turbulentas. É a diferença entre, por exemplo, sentir uma fúria assassina contra alguém e ter o pensamento auto-reflexivo: "O que estou sentindo é raiva", mesmo quando se está furioso.
Essa sutil mudança de atividade mental presumivelmente avisa que os circuitos neocorticais estão monitorando ativamente a emoção, primeiro passo para adquirir algum controle. Autoconsciência, em suma, significa estar "consciente ao mesmo tempo de nosso estado de espírito e de nossos pensamentos sobre esse estado de espírito", emoções.

· Autoconsciente. Consciente de seus estados de espírito no momento em que ocorrem, essas pessoas, compreensivelmente, têm uma certa sofisticação em relação a suas vidas emocionais. A clareza com que sentem suas emoções pode reforçar outros traços de personalidade: são autônomas e seguras de seus próprios limites, gozam de boa saúde psicológica e tendem a ter uma perspectiva positiva da vida. Quando entram num estado de espírito negativo, não ruminam nem ficam obcecadas com isso e podem sair dele mais
cedo. Em suma, a vigilância delas ajuda-as a administrar suas emoções.
· Mergulhadas. São pessoas muitas vezes inundadas por suas emoções e incapazes de escapar delas, como se seus estados de espírito houvessem assumido o controle. São instáveis e não têm muita consciência dos próprios sentimentos, de modo que se perdem neles, em vez de ter alguma perspectiva. Em conseqüência, pouco fazem para tentar escapar a esses estados de espírito negativos, achando que não têm controle sobre sua vida emocional. Muitas vezes se sentem esmagadas e emocionalmente descontroladas.
· Resignadas. Embora essas pessoas muitas vezes vejam com clareza o que estão fazendo, também tendem a aceitar seus estados de espírito e, portanto, não tentam mudá-los. Parece haver dois ramos do tipo resignado: os que estão geralmente em bons estados de espírito e por isso pouca motivação têm para mudá-los e os que, apesar de verem com clareza seus estados de espírito, são susceptíveis aos maus e os aceitam
com uma atitude de laissez-faire, nada fazendo para mudá-los, apesar da aflição que sentem - um padrão encontrado entre, digamos, pessoas deprimidas que se resignam ao seu desespero.

Partes do livro Inteligência Emocional de Daniel Goleman

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

ATITUDE + AÇÃO = DESEMPENHO

Se o seu colega de trabalho está colhendo melhores resultados que você, vale a pena rever a maneira como está trabalhando

Os dois vendedores se encontraram em uma happy hour e desandaram a falar sobre suas experiências e seus resultados. Os dois trabalhavam em empresas concorrentes e vendiam produtos similares, mas era evidente a diferença entre eles. Enquanto um tinha o aspecto de um vencedor, o outro era a crise em pessoa. Disse o primeiro:
- Não posso me queixar. As vendas vão de vento em popa. Hoje mesmo já atingi a meta do mês, e ainda nem estamos no dia 20.
- Mas, também, com um portfólio desses, até eu. Você tem mais variedade de produtos para oferecer e um prazo de entrega mais acelerado.
O garçom serviu a segunda rodada de chope enquanto eles comparavam a lista de produtos e concluíam que na verdade elas eram muito parecidas. Mesmo assim a diferença das vendas de ambos era gritante.
- O segundo semestre costuma ser excepcional, e o primeiro não fica muito atrás. Eu praticamente consegui manter a regularidade dos resultados nos últimos 12 meses.
- Mas, também, com um território desses, até eu.
Antes mesmo do terceiro chope ficou claro que, apesar de os territórios em que trabalhavam serem diferentes, eles eram equivalentes em potencial de consumo.
- E o melhor é que as perspectivas para o próximo ano são excelentes em função dos novos lançamentos.
- Mas, também, com uma empresa como a sua, até eu.
O quarto chope chegou junto com a perde de paciência do vendedor vencedor:
- Olha, eu não quero ser chato, mas você fica atribuindo meus resultados ao portfólio, ao territória, à minha empresa... Será que você não percebe que o que faz a diferença é a maneira como você encara seu trabalho? O negócio é levantar cedo, planejar o dia, bater perna, construir uma boa rede de clientes, entender a necessidade deles, manter o cadastro atualizado. É assim que se conseguem bons resultados: com preparo, trabalho e otimismo. Ficar procurando desculpas não leva a nada, colega. Mude seu comportamento e você mudará seus resultados.
O vendedor queixoso arregalou os olhos, tentou dizer algo, não conseguiu, então tomou mais um gole de seu chope. Quando finalmente falou, foi como se tivesse feito uma grande descoberta:
- Mas, também, com uma atitude dessas, até eu.
Resumo da ópera: se o seu desempenho anda baixo, reveja sua maneira de trabalhar.

Artigo de Eugênio Mussak, retirado da revista Você S.A. de novembro de 2012.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

7 previsões tecnológicas feitas por desenhos e filmes que realmente se concretizaram
















Quem cresceu nos anos 80 e 90 provavelmente daquele misto de graça e encantamento que sentia quando assistia aos carros voando, robôs falantes e muitas outras coisas ultrafuturistas do cotidiano dos Jetsons. O futuro era encantador e uma questão constante na cultura pop, dos desenhos aos filmes.Muitas das ideias que na época pareciam absurdas viraram realidade. Algumas previsões foram tão precisam que chegam a ser bizarras, como a espionagem dos dados dos cidadãos pelo governo americano no filme dos “Simpsons” de 2007. A seguir, 7 previsões tecnológicas apresentadas em desenhos e filmes que viraram realidade.

1) Jetsons e o Skype


Batia um desespero quando o senhor Spacely do nada aparecia numa tela dando bronca no George em Jetsons, né? Quem diria que essa coisa doida iria fazer parte do nosso cotidiano materializada no Skype e Facetime. Outro ponto pros Jetsons: a gente também fala de trabalho com outras pessoas por meio de uma tela hoje em dia.

2) Star Trek e o Bluetooth


Star Trek previu a criação e o uso de bluetooth há mais de 50 anos. Uma pena que hoje em dia não usamos mais estes looks dramáticos, com roupas com corte minimalistas, penteados dos anos 60 e acessórios flúor.

3) Simpsons e o Google Glass


Esse episódio dos Simpsons é impressionante. No “Casamento de Lisa”, que foi ao ar em 1995, os personagens viajam no tempo em direção ao futuro — o ano de 2010. Os personagens envelheceram e têm contato com algumas inovações tecnológicas, como a espécie de Google Glass que o Bart usa no desenho acima.

4) Jetsons e a leitura digital do jornal 


George lia as principais notícias do dia em alguma das telas espalhadas pela casa. Pouco tempo depois, nós, os futuristas imitões de desenhos, estamos fazendo o mesmo.

5) Star Trek e o tablet


Sempre que precisava, o capitão Picard recorria à sua prancheta hitech com anotações importantes. Não resistimos e inventamos algo parecido.(Desculpem-me pela montagem, não resisti).

6) De volta para o futuro e os videogames wireless


Em “De Volta para o Futuro”, Marty McFly está numa lanchonete e vê dois menininhos jogando videogame com uma arma que atira nos desenhos que correm pela tela. Hoje temos o Nintendo Wii e o filme parece ainda mais inocente.

7) Simpsons e a espionagem da NSA

Os Simpsons, mais especificamente Margie, previu o caso polêmico da espionagem da Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos no filme “Os Simpsons”, lançado em 2007! A cena é bizarra. Lisa diz à mãe que não sabe por que eles precisam falar tão baixo. Margie então diz que o governo está ouvindo as conversas de todo mundo. Em seguida, entra a imagem do QG da NSA com um monte de funcionário ouvindo o que os americanos dizem em milhões de ligações.


segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Claras e boas

VERDADE UNIVERSAL:

"A DIFERENÇA ENTRE SUA SITUAÇÃO ATUAL E SUA SITUAÇÃO DAQUI A UM ANO SERÁ DETERMINADA PELAS PESSOAS QUE VOCÊ CONHECE E PELOS LIVROS QUE VOCÊ LÊ." - CHARLIE JONES, autor de Life Is Tremendous

Hausel, biblioteca de Stuttgart - Germany

domingo, 4 de agosto de 2013

As raízes da moralidade

Estranha é nossa situação aqui na Terra. Cada um de nós vem para uma curta passagem, sem saber por quê, ainda que algumas vezes tentando adivinhar um propósito. Do ponto de vista da vida cotidiana, porém, de uma coisa sabemos: o homem está aqui pelo bem de outros homens - acima de tudo daqueles de cujos sorrisos e bem-estar nossa própria felicidade depende.
Albert Einstein

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Construção de visão, opinião própria.

Desde o início do blog, ressalto a importância de se estudar os povos antigos e o que já descobrimos sobre a criação de nosso Universo, planeta, vida em geral e seres humanos.
Vou postar vários documentários de curta duração, onde você aprenderá de uma forma muito rápida e cômoda, muito sobre os povos antigos!
Saber sobre os antigos é fundamental para entendermos um pouco melhor como a sociedade de hoje foi moldada! Tem muita crença nos dias de hoje que é baseada em uma história completamente diferente da que realmente foi, e isso ocorreu por necessidades da época!

Egito:

China: 

Persas:
 

Grécia: